Devaneios Desvairados

Impressões de uma blublublu louca para entrar na vida de gente grande

These days… Junho 24, 2008

Arquivado em: Devaneios — Thais @ 12:47 am

I’ve been out walking
I don’t do too much talking
These days, these days.
These days I seem to think a lot
About the things that I forgot to do
And all the times I had the chance to.

I’ve stopped my rambling,
I don’t do too much gambling
These days, these days.
These days I seem to think about
How all the changes came about my ways
And I wonder if I’ll see another highway.

I had a lover,
I don’t think I’ll risk another
These days, these days.
And if I seem to be afraid
To live the life that I have made in song
It’s just that I’ve been losing so long.
La la la la la, la la.

I’ve stopped my dreaming,
I won’t do too much scheming
These days, these days.
These days I sit on corner stones
And count the time in quarter tones to ten.
Please don’t confront me with my failures,
I had not forgotten them.

 

ah não… Abril 8, 2008

Arquivado em: Devaneios, Vida — Thais @ 3:25 am

aula, semanas neploraveis, previsão de mais duas semanas deploraveis. Duas semanas de prova.

depois melhora, elas só ficam mediocres por, assim, um mês.

Mas… tá. vivo no fds e vejo se conta algo que presta, já que faz… uns 10 post que nada oresta por aqui.

 

esperanças para o dia de ano novo I Dezembro 29, 2007

Arquivado em: Devaneios — Thais @ 2:00 am

dormir. por odin, dormir. e acordar só no dia 2, a procura desesperada de um estágio. Vocês não teriam um aí, por um acaso do destino?

 

fofinhas Dezembro 6, 2007

Arquivado em: Devaneios, Vida — Thais @ 2:14 pm

thais e thais fofinhas

 

oucht! Novembro 20, 2007

Arquivado em: Devaneios — Thais @ 12:32 pm

me encontro apenas no pó (não posso dizer “no osso”, visto que engordei dois kilos devido ao nervosismo) mas amanhã entrego a monografia deste ano. dia 29 será a apresentação e 30 o dia da nova vida por dois motivos. são eles:

  • aniversário (!)
  • vida nova ave-thor-amen-aleluia!

então, felicidades até lá, pois acho que não mais existirei até tal data para vocês.

para a alegria de vcs, algumas fotos minhas utilizando a forma de estampa que mostrei no ultimo post. ela é linda =~

passando a tinta alegria prensando resultado

 

O Crime do Padre Amaro/I Novembro 9, 2007

Arquivado em: Devaneios — Thais @ 1:08 pm

Era miguelista — e os partidos liberais, as suas opiniões, os seus jornais enchiam-no duma cólera irracionável:

— Cacete ! cacete ! exclamava, meneando o seu enorme guarda-sol vermelho.

Nos últimos anos tomara hábitos sedentários, e vivia isolado — com uma criada velha e um cão, o Joli. O seu único amigo era o chantre Valadares, que governava então o bispado, porque o senhor bispo D. Joaquim gemia, havia dois anos, o seu reumatismo, numa quinta do Alto Minho. O pároco tinha um grande respeito pelo chantre, homem seco, de grande nariz, muito curto de vista, admirador de Ovídio — que falava fazendo sempre boquinhas, e com alusões mitológicas.

O chantre estimava-o. Chamava-lhe Frei Hércules.

Hércules pela força — explicava sorrindo, Frei pela gula.

No seu enterro ele mesmo lhe foi aspergir a cova; e, como costumava oferecer-lhe todos os dias rapé da sua caixa de ouro, disse aos outros cônegos, baixinho, ao deixar-lhe cair sobre o caixão, segundo o ritual, o primeiro torrão de terra:

— É a última pitada que lhe dou!

Todo o cabido riu muito com esta graça do senhor governador do bispado; o cônego Campos contou-o à noite ao chá em casa do deputado Novais; foi celebrada com risos deleitados, todos exaltaram as virtudes do chantre, e afirmou-se com respeito — que sua excelência tinha muita pilhéria !

Dias depois do enterro apareceu, errando pela Praça, o cão do pároco, o Joli. A criada entrara com sezões no hospital; a casa fora fechada; o cão, abandonado, gemia a sua fome pelos portais. Era um gozo pequeno, extremamente gordo, — que tinha vagas semelhanças com o pároco. Com o hábito das batinas, ávido dum dono, apenas via um padre punha-se a segui-lo, ganindo baixo. Mas nenhum queria o infeliz Joli ; enxotavam-no com as ponteiras dos guarda-sóis; o cão, repelido como um pretendente, toda a noite uivava pelas ruas. Uma manhã apareceu morto ao pé da Misericórdia; a carroça do estrume levou-o e, como ninguém tomou a ver o cão, na Praça, o pároco José Miguéis foi definitivamente esquecido.

vocês simplesmente não amam a WikiSource? 

 

a dor Novembro 7, 2007

Arquivado em: Devaneios — Thais @ 11:40 am

é causada por abelhas. assim como a febre, a alergia e o inchaço.

 

De volta para o futuro Outubro 26, 2007

Arquivado em: Devaneios — Thais @ 2:16 pm

 Hoverboard

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quero quero quero quero

eles nãodeviam surgir no ano 200? já estamos em 2007. quero. nem que seja o usado do Marty.

 

De volta ao passado Outubro 26, 2007

Arquivado em: Devaneios — Thais @ 12:15 am

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bons tempos.. =D

 

f Outubro 20, 2007

Arquivado em: Devaneios — Thais @ 10:26 am

bella arte