Devaneios Desvairados

Impressões de uma blublublu louca para entrar na vida de gente grande

oucht! Novembro 20, 2007

Arquivado em: Devaneios — Thais @ 12:32 pm

me encontro apenas no pó (não posso dizer “no osso”, visto que engordei dois kilos devido ao nervosismo) mas amanhã entrego a monografia deste ano. dia 29 será a apresentação e 30 o dia da nova vida por dois motivos. são eles:

  • aniversário (!)
  • vida nova ave-thor-amen-aleluia!

então, felicidades até lá, pois acho que não mais existirei até tal data para vocês.

para a alegria de vcs, algumas fotos minhas utilizando a forma de estampa que mostrei no ultimo post. ela é linda =~

passando a tinta alegria prensando resultado

 

enfim, pronto Novembro 16, 2007

Arquivado em: Vida — Thais @ 3:11 am

 quase

antes. já já mostro como ficou.

 

O Crime do Padre Amaro/I Novembro 9, 2007

Arquivado em: Devaneios — Thais @ 1:08 pm

Era miguelista — e os partidos liberais, as suas opiniões, os seus jornais enchiam-no duma cólera irracionável:

— Cacete ! cacete ! exclamava, meneando o seu enorme guarda-sol vermelho.

Nos últimos anos tomara hábitos sedentários, e vivia isolado — com uma criada velha e um cão, o Joli. O seu único amigo era o chantre Valadares, que governava então o bispado, porque o senhor bispo D. Joaquim gemia, havia dois anos, o seu reumatismo, numa quinta do Alto Minho. O pároco tinha um grande respeito pelo chantre, homem seco, de grande nariz, muito curto de vista, admirador de Ovídio — que falava fazendo sempre boquinhas, e com alusões mitológicas.

O chantre estimava-o. Chamava-lhe Frei Hércules.

Hércules pela força — explicava sorrindo, Frei pela gula.

No seu enterro ele mesmo lhe foi aspergir a cova; e, como costumava oferecer-lhe todos os dias rapé da sua caixa de ouro, disse aos outros cônegos, baixinho, ao deixar-lhe cair sobre o caixão, segundo o ritual, o primeiro torrão de terra:

— É a última pitada que lhe dou!

Todo o cabido riu muito com esta graça do senhor governador do bispado; o cônego Campos contou-o à noite ao chá em casa do deputado Novais; foi celebrada com risos deleitados, todos exaltaram as virtudes do chantre, e afirmou-se com respeito — que sua excelência tinha muita pilhéria !

Dias depois do enterro apareceu, errando pela Praça, o cão do pároco, o Joli. A criada entrara com sezões no hospital; a casa fora fechada; o cão, abandonado, gemia a sua fome pelos portais. Era um gozo pequeno, extremamente gordo, — que tinha vagas semelhanças com o pároco. Com o hábito das batinas, ávido dum dono, apenas via um padre punha-se a segui-lo, ganindo baixo. Mas nenhum queria o infeliz Joli ; enxotavam-no com as ponteiras dos guarda-sóis; o cão, repelido como um pretendente, toda a noite uivava pelas ruas. Uma manhã apareceu morto ao pé da Misericórdia; a carroça do estrume levou-o e, como ninguém tomou a ver o cão, na Praça, o pároco José Miguéis foi definitivamente esquecido.

vocês simplesmente não amam a WikiSource? 

 

Shiva, chicoteia o final de semana Novembro 9, 2007

Arquivado em: Vida — Thais @ 12:19 pm

e hoje a vida começa de novo. depois das 23h, mas ainda sim neste dia.

nem me importo que irá acabar novamente as 11h do domingo Pelo menos, a burst into live. uma pequena pincelada, mas, ao menos, melhor que nada.

 

tadam Novembro 8, 2007

Arquivado em: Vida — Thais @ 1:19 am

yo y patricia

 

a dor Novembro 7, 2007

Arquivado em: Devaneios — Thais @ 11:40 am

é causada por abelhas. assim como a febre, a alergia e o inchaço.

 

Cabelo novo. Novembro 7, 2007

Arquivado em: Vida — Thais @ 11:07 am

Vida nova.

assim

Deal with it.

 

ah..Loca Novembro 3, 2007

Arquivado em: Uncategorized — Thais @ 9:24 pm

 loca

o integrador tá me deixando assim, gente…

 

geek girl Novembro 1, 2007

Arquivado em: ahaha — Thais @ 12:14 am

acho que nunca ri tanto na minha vida.

aqui

mesmo.