Devaneios Desvairados

Impressões de uma blublublu louca para entrar na vida de gente grande

Vida plus Dostoiévsky Junho 10, 2009

Arquivado em: Epifanias, Leituras, Vida — Thais @ 8:15 pm

ola novamente. Depois de muito tempo ausente, retorno.nem adianta dizer que estava ocupada; seria pura hipocrisia. Estava em mais uma daquelas fazer baixas da espiral da vida, vocês devem saber qual é.  Um pouco estressada, um bocado desesperada, meio desolada… Mas, aparentemente, tudo esta voltado aos trilhos, agora.

Acabei de ler Irmãos Karamazov. Yey! Os personagens são tão reais que você até esquece o quão a historia é clichê dentro do universo Dostoiévsky, conforme o esquema abaixo.

Situação inicial                                     _\   Crime   ——–>Se culpado, culpa, arrependimento, necessidade de flagelação
Personagém propício ao crime              –/                  \
.                                                                               \—->Não culpado, ainda se sente responsável por algo e quer pagar de alguma forma. Outro personagem descobre quem é o real culpado, sente-se cúmplice, sente a culpa, culpa e necessidade de expiar sua responsabilidade.

Gostei em especial da forma que os personagens foram construindos, mostrando a tendência a algumas faculdades relacionas mas que, em um picas de olhos, podem ser abaladas conforme os acontecimentos. Isto acontece quando o bravo e sólido Mitia [Dmitri] se apaixona, quando o casto e bom Aliócha [Aliekisei] fica desolado com a morte do startiez e deseja até perder-se na vida e quando o intelectual Vanka [Ivan] descobre o que de fato se passou na noite fatidica, se sente terrivelmente responsável e perde todas suas faculdades mentais em delírios sem fim.

Estas bipolaridades não sugiram do nada ou simplesmente apareceram nos personagens, elas sempre estiveram com eles, não importa como eles aparentavam ser. Assim, o autor mostra a heterogenia humana, muito frágil, que pode ser desperta por qualquer acontecimento.

Cintei os três personagens principais, os irmão karamazov, mas quase todos os personagens passam por isto; a boa e pura Lise, quando rejeitada, mostra claros sinais de sadismo e masoquismo; a culta e contida Cátia passa a ter ataques de histeria e se apaixona por dois homens distintos; o garoto “mau” Iliuschka torna-se incrivelmente bom, perdoando a todos sendo generoso.

Dostoiévsky não fez todas estas mudanças ao acaso; acredito que o que ele gostaria de mostrar é que todos nos, diferente do que se dizia na época, não somos puro fruto de nossos genes e do meio en que vivemos. Embora nosso passado, acendência e habilidades interfiram muito no que somos, os acontecimentos presentes a a forma que nos possicionamos perante a eles engendra estas mudanças de polo, que podem ser passageiras ou não. Et c’est finit.

 

concurso Janeiro 18, 2009

Arquivado em: Uncategorized — Thais @ 8:17 pm

resolvi participar de um pequeno concurso de design com meu projeto de TCC. Estou concorrendo dnas categorias produto e moda & têxtil. Para dar uma olhada e votar, os endereços são http://www.talentosdesign.com/ES/verobra/Beyla-Acessorios# e http://www.talentosdesign.com/ES/verobra/Beyla# . a vida continua indo… peguei três trabalhos de produção para semana que vem, o que promete ser bastante cansativo… vou ter que ir atrás de emprego depois disto… =~

 

ferias… Janeiro 5, 2009

Arquivado em: Planejamento — Thais @ 12:13 am

Agora que estou formada, não preciso me resumir ao conceito de férias da universidade… Assim, descidi que minhas férias acabarão terça, dia 13, dia em que vou sair atrás de emprego.

Por enquanto, meu descanço foi bem produtivo; li Moby Dick, costurei um coselet, dentre outros projetos que estavam atrasados e que por fim puderam ser concluídos. Falarei mais deles em breve…

 

Novamente Setembro 13, 2008

Arquivado em: Uncategorized — Thais @ 1:58 pm

Beyla & eu
Mas agora eu sai melhor. a-ha!

 

Lili Marlene Setembro 6, 2008

Arquivado em: Uncategorized — Thais @ 9:36 pm

Ok, virei um bixinha, chorando ao ouvir músicas. Mas é a música tema da segunda guerra mundial, não há como não se abalar. A poesia foi composta durante a primeira guerra pelo soldado Hanz Leip enquanto pesava em sua namorada em sua cidade natal (Lili) e em uma enfermeira com quem se engraçou na linha de batalha (Marleen), e ao juntar tudo, uniu até os nomes das moças como se fossem uma só. Apesar tê-la escrito em 1915, a poesia só foi publicada em 1937 e chamou a atenção do compositor Nobert Schultze, e a lançou musicada em 38. Goebbels, chefe de propaganda nazista, não gostou muito da música e ela chegou a ser proíbida, porém durante a ocupação da Iguslávia, a rádio Belgrado (a qual também estava ocupada por tropas nazistas) começou a vinculá-la e ela se tornou um sucesso instantâneo. Passou a ser tocada em quase todas as rádios e campos de batalha e, consequentemente, acabou sendo captada também pelos inimigos, que a apreciaram na mesma proporção. Acabou sendo, também, cantada em inglês durante a guerra para que os soldados aliados parassem de cantar em alemão e, até hoje, já foi cantada em mais de 25 línguas.  A letra em inglês cantada por Marlene Dietrich “durante três anos” (a minha anglo versão favorita) está a baixo. Já para amantes do Deutsch, como o Véxo, a versão original está mais a baixo.

Mais do que o tom romântico amoroso, o qual não tem muito de novo, a poesia chamou minha atenção pela pitada escapista, a qual todo soldado [versão romântica - segunda guerra mundial] tem que ter ao meu ver o qual está sempre em discussão com o lado moral-dever-à-pátria, novamente ideal romântico que eu simplesmente não consigo me desvincilhar de. Mas enfim, é tão lindo…

Outside the barracks, by the corner light
i’ll always stand and wait for you at night
we will create a world for two
i’ll wait for you the whole night through
for you, lili marlene
for you, lili marlene
Bugler tonight don’t play the call to arms
i want another evening with her charms
then we will say goodbye and part
i’ll always keep you in my heart
with me, lili marlene
with me, lili marlene
Give me a rose to show how much you care
tie to the stem a lock of golden hair
surely tomorrow, you’ll feel blue
but then will come a love that’s new
for you, lili marlene
for you, lili marlene
When we are marching in the mud and cold
and when my pack seems more than i can hold
my love for you renews my might
i’m warm again, my pack is light
it’s you, lili marlene
it’s you, lili marlene
My love for you renews my might
i’m warm again, my pack is light
it’s you, lili marlene
it’s you, lili marlene

Hans Leip 19151. Vor der Kaserne
Vor dem großen Tor
Stand eine Laterne
Und steht sie noch davor
So woll’n wir uns da wieder seh’n
Bei der Laterne wollen wir steh’n
|: Wie einst Lili Marleen. :|

2. Unsere beide Schatten
Sah’n wie einer aus
Daß wir so lieb uns hatten
Das sah man gleich daraus
Und alle Leute soll’n es seh’n
Wenn wir bei der Laterne steh’n
|: Wie einst Lili Marleen. :|

3. Schon rief der Posten,
Sie blasen Zapfenstreich
Das kann drei Tage kosten
Kam’rad, ich komm sogleich
Da sagten wir auf Wiedersehen
Wie gerne wollt ich mit dir geh’n
|: Mit dir Lili Marleen. :|

4. Deine Schritte kennt sie,
Deinen zieren Gang
Alle Abend brennt sie,
Doch mich vergaß sie lang
Und sollte mir ein Leids gescheh’n
Wer wird bei der Laterne stehen
|: Mit dir Lili Marleen? :|

5. Aus dem stillen Raume,
Aus der Erde Grund
Hebt mich wie im Traume
Dein verliebter Mund
Wenn sich die späten Nebel drehn
Werd’ ich bei der Laterne steh’n
|: Wie einst Lili Marleen. :|

Para versões em outras línguas, entre aqui.

 

liebt Marlene Dietrich ist… Setembro 5, 2008

Arquivado em: Uncategorized — Thais @ 12:34 pm

See what the boys in the backroom will have,
And tell them I’m having the same.
Go see what the boys in the backroom will have,
And give them the poison they name.
And when I die, don’t spend my money
On flowers and my picture in a frame.
Just see what the boys in the backroom will have,
And tell them I sighed,
And tell them I cried,
And tell them I died of the same.

And when I die, don’t buy a casket
Of silver with the candles all aflame
Just see what the boys in the backroom will have,
And tell them I sighed,
And tell them I cried,
And tell them I died of the same.

And when I die, don’t pay the preacher
For speaking of my glory and my fame
Just see what the boys in the backroom will have,
And tell them I sighed,
And tell them I cried,
And tell them I died of the same

 

novo coelho em casa Setembro 3, 2008

Arquivado em: Uncategorized — Thais @ 12:14 pm

hoje é meu dia de folga no estágio. Isto significa que não ireia para o conjunto Santa Felicidade, mas não quer dizer que trabalharei menos. Tenho que concluir a análise do The Daily Courant, a de Steele e a de Samuel Johnson. Hoje. Isto, se não quiser me atrasar no calendário outra vez, pela terceira em consecução. ohhh, vida. Enfim, um ponto de alegria; agora o Odin tem compania; lhes apresento Beyla, a Ljósálfar mas gorda do pedaço.

Beyla y eu

 

estágio Agosto 25, 2008

Arquivado em: Uncategorized — Thais @ 2:02 pm

começo amanhã. enfim, um pouco de certezas; que (re)comece a correria!

 

O motivo de minha ausência Agosto 18, 2008

Arquivado em: verdades incontestáveis — Thais @ 2:39 pm

F*** me dead I just totally realised I have not updated this since Hammertime was in the charts… You would not believe how much more of a drama I could make that. Apologies to my regular readers! Even the little blue ones!.

I am lost in a sea of pseudo-olde-english with finding Jesus (after someone told me he was lost), choosing my retirement village, just generally being Snow White to my psychologist, my day seems to involve the authorities from crawling out of bed at 6.30 to I run out of alcohol. I am avoiding recapture. it will be fun fun fun till they take my TBird away.

I declare solemnly I will make more of an effort to blog more often until the nice men in the white coats come back. Until I need your shoulder to cry on. This is for my ever faithful, devoted public..

Sabia que isto é uma mão na roda?

 

Weekly Newes Agosto 18, 2008

Arquivado em: Epifanias, Vida — Thais @ 12:11 pm

Segunda, 9h10 da manhã, estou trabalhando na analise da primeira edição do Weekly Newes, o primeiro jornal do mundo em língua inglesa. grade bosta…

Tenho que cumprir 150 horas de estágio até outubro e até agora nenhuma empresa se dignou a aceitar marcar um horario de ENTREVISTA comigo… Passei duas semanas fazendo meu portfólio pra nada. Odeio o mundo.